Foto: André Rocha

SÁBADO – 20 DE OUTUBRO

Marcos Frederico (MG)

É bandolinista, violonista, compositor e produtor musical. Seu segundo álbum “Artes da Pampulha em Belo Horizonte”, lançado no final do ano passado, foi pré-selecionado no Prêmio da Música Brasileira 2012 Categoria Instrumental; Participou de importantes eventos nacionais e internacionais como o 9° Festival Tudo é Jazz em Ouro Preto-MG e o Festival Musique Du Monde, em Paris, além de ser vencedor do XI Prêmio BDMG Instrumental e eleito Melhor Instrumentista da décima edição do mesmo concurso. Já atuou ao lado de importantes nomes do cenário musical como Chico Amaral, Yamandu Costa, Marina Machado, e Aline Calixto.

Gabriel Grossi (DF)

Gabriel Grossi é considerado atualmente um dos maiores representantes da harmônica no mundo. Já trabalhou com grandes nomes da música como Chico Buarque, Ivan Lins, Leila Pinheiro, João Donato, Dave Matthews, Guinga, Lenine, Djavan, Milton Nascimento, Dominguinhos, Maria Bethânia e Ney Matogrosso, entre outros, além de Hermeto Pascoal, uma de suas grandes influências. Além da brilhante carreira solo, Gabriel é, desde 2005, integrante do Hamilton de Holanda Quinteto, conjunto vencedor do prêmio Tim 2007 como melhor grupo de música instrumental brasileiro e finalista do Grammy Latino por duas vezes consecutivas.

Frederico Heliodoro (MG)
Frederico Heliodoro é baixista, guitarrista e compositor. Tem 25 anos de idade e uma vasta experiência no mundo da música, atuando na cena da música instrumental brasileira desde 2007. Foi eleito Jovem Instrumentista em 2007 e recebeu o prêmio BDMG Instrumental 2009 de melhor instrumentista. Já dividiu o palco com grandes artistas como Roberto Menescal, Jane Duboc, Ari Hoenig, Harvey Wainapel, Toninho Horta, Cliff Korman e Márcio Bahia. Além de já ter gravado com o Grupo Ramo, Antônio Loureiro, Felipe Continentino e Flávio Henrique. Em 2010, lançou carreira internacional com apresentações em NY, Lisboa, Algarve e Barcelona.

André Mehmari (RJ)
Pianista, arranjador, compositor e multiinstrumentista, André é considerado pela crítica “um artista singular de imaginação vibrante e generosa”. Apontado como uma das revelações da música brasileira recente e premiado tanto na área erudita (Concurso Nacional de Composição Camargo Guarnieri) quanto popular (Prêmio Visa, Nascente-USP), André já teve suas composições e arranjos tocados por alguns dos mais expressivos grupos orquestrais e de câmara brasileiros. Como instrumentista já atuou e gravou com importantes artistas da MPB como Mônica Salmaso, Sérgio Santos, Joyce, Milton Nascimento, Guinga, Toninho Horta e Dori Caymmi.

Iconili (MG)

Iconili é uma banda mineira formada por 11 integrantes. Em seu som instrumental traz uma mistura peculiar de timbres imersos em atmosfera de transe. Sopros, guitarras, teclado e uma cozinha bem temperada promovem cruzamentos rítmicos e culturais, evocando o jazz, a África, o rock, o Brasil, o novo, o velho, o visual e o musical. Tudo no mesmo caldeirão, dançante e psicodelicamente tropical.

Sérgio Pererê (MG)

Sergio Pererê, ex-integrante do grupo Tambolelê – com quem lançou dois álbuns, “Tambolele” (2001) e “Kianda” (2004)-, tem sido um dos compositores mais significativos de novas variedades de MPB. Pererê tem quatro CDs solos, sendo “Linha de Estrelas “(2005), “Labidumba”(2008), ” Akna Grande Ao Vivo “(2010) e “Serafim”(2011). Já se apresentou nas principais cidades do Brasil e diversos países nas Américas e na Europa.

Frito na Hora (MG)

O Frito Na Hora é uma orquestra de percussão que trabalha o improviso musical dirigido ao vivo e em tempo real. Milagros Vazquez, diretora e regente deste grupo, utiliza um sistema de senhas no qual, através das mãos e do corpo, apresenta as partituras musicais e cênicas coordenando assim o transcurso da improvisação. As músicas são criadas coletivamente e são resultados da interação da linguagem artística de cada instrumentista e do regente. As composições são realizadas diante do público. Além da base instrumental, o Frito Na Hora trabalha também o conjunto vocal, o gestual e a expressão corporal, explorando concomitantemente, diversas possibilidades cênicas e musicais.
DOMINGO – 21 DE OUTUBRO

São do Mato (MG)

O Quinteto São do Mato faz parte de uma geração de artistas que desenvolvem uma linguagem musical contemporânea. No repertório, além de composições do violonista Chadas Ustuntas, músicas de Hermeto Pascoal, Moacyr Santos, Baden Powell, onde os arranjos criados pelo grupo combinam características de diversas culturas: ritmos brasileiros, toques africanos, música latina e cigana, tendo a improvisação como o elo que envolve os diferentes estilos, unindo-os em perfeita sintonia. O quinteto surge do encontro de duas culturas: a brasileira e a turca.

Antonio Loureiro (MG)

Compositor e multi-instrumentista, Antonio Loureiro chega ao segundo álbum solo apostando na liberdade do improviso e defendendo uma criação musical que prescinda de rótulos classificatórios. O álbum “Só” é fruto da coleção das referências sonoras que acompanharam Loureiro nesses seus 26 anos de vida. Se, em determinado momento, o show faz lembrar o som progressivo das bandas Yes ou Genesis e, logo na sequência, surge um toque de jazz contemporâneo à la Brad Mehldau, ou então uma canção, no melhor estilo da tradição brasileira, não se trata de coincidência.

Carlos Malta (RJ)

Conhecido como o ‘músico dos sopros’, Carlos Malta é multi-instrumentista, compositor e orquestrador, além de ser dono de um estilo musical totalmente original. Lançou vários CDs, entre eles “Rainbow”, em duo com o violoncelista suíço Daniel Pezzotti. Já em parceria com o Pife Muderno – indicado ao Grammy Latino – foi onde Malta pôde elaborar e uma nova leitura para o repertório das bandas de pífaro. Já se apresentou na China, França, Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha, África do Sul, Marrocos, Japão e em Cuba onde tocou com Michel Legrand e Chucho Valdéz. No Brasil, já fez participações especiais nos shows de Dave Mattews, Roberto Carlos e Caetano Veloso no tributo a Tom Jobim.

André Rocha e Trio (MG)

Violonista e compositor, André é bacharel em violão pela UFMG. Como compositor e instrumentista, se destaca a busca por uma sonoridade cheia de sutilezas, nuances e provocações, enraizada na cultura brasileira e na sua tradição de música instrumental. Dedica-se à criação de um repertório brasileiro e à difusão do Violão Brahms, peculiar instrumento de nove cordas, que é tocado na vertical, como um cello. Com este instrumento, divide-se entre a criação de composições originais e transcrições e arranjos de importantes músicos. Em 2006, foi premiado no Jovem Instrumentista BDMG.

Heloísa Fernandes (SP)

A pianista e compositora Heloísa Fernandes começou a estudar piano cinco anos de idade; posteriormente em sua educação formal, foi aluna dos pianistas Paulo Gori e Gilberto Tinetti, com os quais cultivou seu gosto pela música clássica. Formou-se em piano pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, em regência pelo Centro de Estudos Tom Jobim e em composição pela Universidade de São Paulo. Seu repertório centra-se em sublimes interpretações instrumentais e jazzísticas da música popular brasileira. Em 2001, foi uma das cinco finalistas do Prêmio Visa de Música Brasileira, tornando-se conhecida nacionalmente e consolidando sua carreira profissional.

Misturada Orquestra (MG)

Pegue a energia resultante do encontro de jovens, acrescente a criatividade latente de músicos em formação, coloque tudo em espaços abertos à experimentação, tempere a gosto, solte o corpo e escute bem: a Misturada Orquestra vem com tudo. São vários músicos, uma diversidade de estilos, instrumentos e referências musicais, uma Misturada Orquestra que apresenta um refinado som instrumental. É música mineira, ritmo das montanhas, do alto recolhido e introspectivo, com horizonte à vista. E é música contemporânea, aquela mistura que resulta, com toques de Jobim, Hermeto, Clube da Esquina, Moacir Santos e criações de Rafael Martini, João Antunes, Antônio Loureiro e outros, autores de parte do repertório apresentado.

 


MOSTRA INSTRUMENTAL

Música, convivência, piquenique, improviso e espontaneidade nos parques de Belo Horizonte

Piqueniques

Aproveite os piqueniques que vão acontecer durante os shows da Mostra: convide seus amigos, traga uma toalha e alguns comes & bebes para compartilhar.

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